Maranhão, Um lugar Abençoado por Deus e pela Natureza: Dicas de viagem

Publicidade:

Pontos Turísticos do Maranhão
Parque dos Lençóis – MA O único deserto do mundo com milhares de lagoas
O Parque dos Lençóis, centrado no litoral oriental do Maranhão, abrange os municípios de Humberto de Campos, Primeira Cruz, Santo Amaro e Barreirinhas é belo e intrigante fenômeno da natureza, é possível encontrar Barreirinhas como principal portão de entrada. É um Paraíso ecológico com 155 mil hectares de dunas, rios, lagoas e manguezais. Raro fenômeno geológico, foi formado ao longo de milhares de anos por meio da ação da natureza.
Há paisagens extasiantes: imensidões de areias que fazem o lugar parecer com um deserto. Mas com as características diferentes. Chove na região, que é banhada por rios e são as chuvas, que garantem aos lençóis algumas das suas paisagens mais belas. As águas pluviais formaram lagoas que se espalham em toda a área do parque formando uma paisagem inigualável. Como a Lagoa Azul e Lagoa Bonita já são famosas pela beleza e condições de banho. Os povoados de Caburé, Atins e Mandacaru são pontos de visita obrigatórios.

ACESSO:
Por Terra: A partir de São Luís, de carro ou ônibus, seguir pela MA 402, a Translitorânea, até Barreirinhas.
Por Água: Ir de barco, pelo Rio Preguiças até Atins, nos limites do Parque. Por Ar: De avião bimotor e monomotor.

COMO CIRCULAR
Há mototáxis, nas ruas de Barreirinhas, há táxis a preços acessíveis. Quem se hospeda no Centro pode caminhar até a Avenida Beira-Rio, que abriga a maioria dos restaurantes e bares. Para conhecer dunas e lagoas, é preciso contratar passeios de jipe.

ONDE FICAR
A maioria das hospedagens fica em Barreirinhas, o agito da cidade pode incomodar quem procura por paz. Nesta mesma cidade fica as agências de turismos e os bares, para ter um contato maior com a natureza procure os pontos mais distantes: Atins, Caburé e Santo Amaro. Os municípios são vizinhos a dunas pouco exploradas, mas têm pousadas com as estruturas simples — esqueça banhos quentes, caixas eletrônicos, sinal de celular e internet.

ONDE COMER
Na Avenida Beira-Rio, em Barreirinhas, é possível encontrar uma grande variedade de restaurantes, caso não esteja na cidade, o Bambaê é uma boa opção. Em Santo Amaro do Maranhão, não deixe de experimentar o camarão-da-malásia, nas pousadas Cajueiro e Água Doce. E não volte de Atins sem provar o camarão do Da Luzia. Em Caburé, coma o robalo da Península do Caburé.
Mais sugestões de lugares é possível encontrar em: Onde comer em Barreirinhas.

QUANDO IR
A melhor época para conhecer os Lençóis Maranhenses é de maio a agosto, quando as chuvas já passaram e encheram as lagoas. Mas, fique atento: quando não chove bastante, as lagoas podem ficar secas. A Vaquejada é em julho, e o mês preferido dos gringos é agosto. Neste mesmo período as temperaturas podem ser surpreendemente baixas, com mínimas abaixo dos quinze graus.
Dica: vale ligar para o ICMBio (98/3349-1267) e confirmar se as chuvas foram suficientes para encher as lagoas — o que não ocorreu em 2012.
SUGESTÃO DE ROTEIROS
Invista em conhecer Atins, vilarejo que é a entrada leste para o Parque Nacional, onde estão as lagoas Verde e do Mário, menos frequentadas por turistas. Aproveite o passeio de barco pelo rio Preguiças com paradas em Caburé e no Farol Preguiças, de onde se avista o encontro do rio com o mar.
Em Barreirinhas, divida o tempo entre as lagoas mais famosas e frequentadas, a Azul e a Bonita. Prefira os passeios no final da tarde, quando o caminho da volta ganha o adicional do pôr do sol entre dunas e lagoas. Pela manhã, faça o passeio da boia pelas águas calmas do Rio Formiga. E, para fechar o dia, vá a Avenida Beira-Rio, onde restaurantes e quiosques ficam cheios de gente e garantem uma noite bem proveitosa.
Aproveite ainda para ir a Santo Amaro do Maranhão. Ainda mais deserta que Atins, a cidade tem acesso difícil, por estrada de areia as lagoas mais selvagens e bonitas dos Lençóis — Gaivota e Betânia — fazem o esforço valer a pena. Vale explorar o parque em uma caminhada só é possível com guia até o povoado de Queimada dos Britos. Nos restaurantes, prove o camarão-da-malásia.

Fonte: Governo do Maranhão

 

ALCÂNTARA

Alcântara é conhecida nacionalmente como Patrimônio Histórico Nacional, desde a década de 40.
A cidade ficou conhecida pela promessa de visita do Imperador Dom Pedro II, e a mistura de raças. De um lado, a aristocracia branca instalada em grandiosos casarões do século XVIII, do outro os serviçais negros, cuja influência é clara na cultura do município (são mais de 250 comunidades remanescentes de quilombos), além da contribuição do índio com o surgimento da aldeia, ainda no século XVII. Pelo fácil acesso a capital São Luís, levando em média apenas 1 hora de barco, o visitante chega pela manhã, passeia somente pelo centro histórico e retorna à tarde para São Luís.
População estimada em 01.07.2006: 45.804
Clima Tropical quente e húmido com temperatura média anual de 29° C.

ONDE FICAR:
A cidade tem diversas pousadas lembram os anos do império colonial, são confortáveis e possuem diversos preços. Os restaurantes servem comidas típicas e diferentes pratos, muito conforto e sabor. A Praia da Baronesa possui tanto restaurantes como pousadas, sendo o melhor lugar para se ficar na cidade.

SUGESTÃO DE ROTEIROS
Museu Histórico e Artístico de Alcântara: O museu ilustra a riqueza da cidade quando esta era jazida por ricos barões franceses e portugueses.

Pelourinho: O local onde eram exibidos e castigados os criminosos é um dos mais importantes atrativos da cidade. O pelourinho, decorado com as armas do império, é hoje o mais bem conservado do País.

Casa de Câmara e Cadeia: Prédio do final do século XVIII, onde antigamente funcionava a cadeia. Hoje é sede da Prefeitura Municipal.

Praça da Matriz: Largo quadrangular cercado de casarões, abrigando o pelourinho e as ruínas da igreja de São Matias. E suas arvores são centenárias.

Igreja e Convento do Carmo: Estilo barroco do século XVII. Mais de cem anjos gravados em talha dourada decoram o seu altar.

Casa do Divino: Parte das festividades do Divino Espírito Santo é realizada neste casarão restaurado, mesas, altares e instrumentos utilizados durante as comemorações.

 

QUANDO IR
Festa do Divino (Maio)
A Festa do Divino recorda a descida do Espírito Santo aos Apóstolos. A festa é uma das manifestações culturais e religiosas mais famosas do Maranhão, com comitivas que desfilam pelas ruas e casas, ao som de cânticos religiosos. Licores e doces típicos da região são servidos à vontade.

Festa de São Benedito (Agosto)
A festa em homenagem ao santo protetor dos escravos mistura a religiosidade cristã com a africana do Tambor de Crioula, dança muito divertida que tem como objetivo o pagamento de promessas e a grande participação de mulheres.
COMO CIRCULAR
Os pontos turísticos podem ser visitados a pé durante passeios tranquilos calçadas de pedra. Indo de barco, a partir de São Luís, os encantos começam logo no Porto do Jacaré, subindo a ladeira com o mesmo nome, que conduz ao coração da cidade. O largo onde se encontram as ruínas da igreja Matriz, a antiga cadeia e o pelourinho pode ser percorrido num dia, A sete quilómetros da cidade está acomodada uma das mais modernas bases espaciais da América Latina, onde são desenvolvidos projetos para lançamento de satélites.

ACESSO:
Via Aérea: o aeroporto mais próximo de Alcântara com voos regulares é o Marechal Cunha Machado, em São Luís, capital do Estado do Maranhão. Da capital, demora-se aproximadamente uma hora de balsa ou barco.

Via Rodoviária: Principais rodovias de acesso: – A partir do Cidade do Rio de Janeiro: BR-040 / BR-393 / BR-116 / BR-407 / BR-242 / BR-428 / BR-122 / BR-316 / BR-230 / BR-135 / BR-222. – A partir de Cidade de São Paulo: BR-364 / BR-153 / BR-080 / BR-226 / BR-316 / BR-222. – A partir de Teresina (Estado do Piauí): BR-316BR-135/BR-222. – A partir de Imperatriz (Estado do Maranhão): BR-010 / BR-316 / BR-222..
Fonte: Governo do Maranhão

 


Categoria: Turismo | Tags: , , , |